Hoje é dia dos amigos da mobilidade e da independência corporal

Só quem já viveu situação similar conhece a dor de perder os movimentos, depender de outras pessoas para andar, tomar um copo d´água ou escovar os dentes, atividades corriqueiras para as quais nem sempre damos o devido valor.

A sorte é que, em muitos casos, situações como estas podem ser revertidas ou minimizadas com o auxílio profissional de pessoas como Alessandro Rocha Penz, gaúcho radicado em Santa Catarina que dedica sua vida a devolver às pessoas a mobilidade e a satisfação corporal através da Fisioterapia. “Fisioterapia é a arte de ensinar, mostrar, auxiliar, incentivar e devolver ao paciente o melhor padrão possível de realização da sua independência”, define.

Formado pela Universidade de Cruz Alta (Unicruz), em 2003, Alessandro é um dos profissionais multissetoriais que atende pela Anjos do Lar, onde atua com reabilitação nas seguintes áreas: ortopedia e traumatologia, neurológica, reumatológica, usuários de órtese e prótese, respiratória e física em pediatria.

Pós-graduado em Acupuntura pelo Colégio Brasileiro de Estudos Sistêmicos CBES, em Porto Alegre (RS), Alessandro também trabalha nesta área (Acupuntura sistêmica e auricular), atuando no tratamento de dores musculares, patologias neurológicas, síndromes de ansiedade e até cefaleia. O fisioterapeuta conta que a Organização Mundial de Saúde cita 147 doenças, sintomas e condições de saúde que podem ser tratadas com a Acupuntura, o que mostra o potencial da técnica na melhoria da qualidade de vida das pessoas.

Segundo Alessandro, com exceção de situações que independem de nós, como acidentes, muitos são os erros cometidos pelas pessoas que levam a patologias que demandam o atendimento de um fisioterapeuta. Entre eles estão a falta de atividade física, dieta deficitária e uso de substâncias químicas como a nicotina e o álcool. Maus hábitos como estes podem causar danos físicos, pulmonares e neurológicos, como LER, DORT, hérnia de disco, AVC, osteoporose, entre outros.

A atuação do fisioterapeuta em casos como estes vai muito além do resgate dos movimentos. O paciente volta ao convívio social e às atividades corriqueiras, melhora ou extingue o quadro de dor e retoma a independência, garantindo qualidade de vida para si e para os familiares. Benefícios como estes motivam o dia a dia de Alessandro e de muitos outros profissionais que comemoram hoje o Dia Nacional do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional. Parabéns a todos pela dedicação e profissionalismo!

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